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Raio-X Nome: Diego Ribas da Cunha Posição: Meia Data de Nascimento: 28/02/1985 Local de Nascimento: Ribeirão Preto (SP) Altura: 1,73m. Peso: 73kg. Clubes: Santos (SP) Títulos: Campeonato Brasileiro de 2002 Curiosidades: - Depois de pisar no símbolo do São Paulo, Diego quase arranjou uma briga com o volante Fábio Simplício e foi muito criticado por Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, diretor do São Paulo, que o chamou de recalcado, por ter feito teste no clube e preterido o Tricolor. - Em fevereiro de 2003, Diego fez 18 anos e logo usou seu salário para comprar um Audi. - Algumas pessoas já desconfiaram que Diego é "gato", isto é, que tenha uma idade maior que divulgada oficialmente. Mesmo com muitas investigações, nunca ninguém descobriu nada. O jogador também faz muito sucesso com as fãs e é cosiderado um dos jogadores mais bonitos do Brasil. Escrito por £å¡§ às 16h00
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O fim do jejum e o personagem Diego "São jogadores inteligentes. O time é técnico e vai chegar no final brigando pelo título. A torcida está nos apoiando e acho que estamos no caminho certo". A frase, dita por Diego antes do início do Brasileirão de 2002, fazia uma previsão do garoto sobre o que os torcedores santistas, ansiosos pela quebra de um jejum de 18 anos, poderiam esperar daquela equipe cheia de caras novas e adolescentes. O armador previu uma bela campanha: acertou em cheio. No começo do Campeonato Brasileiro, tirando alguns santistas, poucos acreditavam que aquele jovem time chegaria a um título. Para a maioria, a história se repetiria e o Santos não passaria nem às finais. As primeiras rodadas reservaram duas sensações diferentes para Diego. Ele, já conhecido, contrastava com outro ídolo, Robinho. Entretanto, a instabilidade do time atingia a todos. Diego foi grande vítima dessa falta de equilíbrio na partida contra a Ponte Preta, quando o Santos perdeu na Vila Belmiro por 3 a 1. Ele foi considerado o grande culpado pelos torcedores, que o acusaram de estrelismo exagerado. Tempos difíceis. Naquele jogo, foi sacado da partida no intervalo, sob incessantes vaias. O time degringolava e teve de agradecer a classificação a dois fatores: primeiro, o Coritiba, que conseguiu perder para o lanterna Gama na última rodada por 4 a 0; segundo, o fato de o torneio ter apenas 25 rodadas. Uma a mais talvez não fosse o suficiente. Entretanto, Leão conseguiu animar a garotada na fase final e Diego passou a ser grande destaque dos jogos santistas. São Paulo e Grêmio foram eliminados sem dificuldades. A grande final contra o Corinthians impunha duas barreiras para ser superada por Diego e seus companheiros:o estigma de perder para o Timão nas partidas importantes, que virara rotina nos anos que antecediam aquela final, e a vantagem do empate, pertencente ao rival. Na primeira partida, Diego foi o grande organizador do Peixe. Deu um passe primoroso para o gol de Alberto, o primeiro da partida, e levou a equipe à vitória por 2 a 0. Mas uma contusão ameaçava sua participação na grande final. Depois de muito suspense, a estrela santista foi para o gramado. O juiz apita e, no primeiro minuto, Diego sente uma fisgada e cai. Fim de jogo para ele. O Morumbi tremeu com a dor do garoto e a pressão do Corinthians. Mesmo com alguns sustos, ao final do dia 15 de dezembro de 2002, o meia se consagrava como um dos responsáveis pela quebra do jejum de 18 anos e escrevia uma nova história santista. Após a consagração, Diego evoluiu em 2003, se firmou como um dos grandes nomes do futebol brasileiro e foi inclusive convocado para as seleções brasileiras principal e sub-23. Seu futebol já foi sondado por grandes clubes da Europa, principalmente o Tottenham Hotspurs, da Inglaterra. Escrito por £å¡§ às 15h56
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Coração tricolor perdeu justamente o vermelho Quem viu Diego pisando no símbolo do São Paulo, depois de marcar um gol contra o Tricolor no Brasileirão de 2002, mal sabia que o jogador foi são-paulino até 1997, quando começou a crescer nas categorias de base do Santos. Para desespero dos tricolores, o atleta chegou até a fazer testes no time e, mesmo aprovado, preferiu o Santos. "Não gostei muito do ambiente no São Paulo. Na Baixada, logo fiz amigos e o Peixe me pareceu mais favorável", disse, mostrando o início da sua transformação de tricolor para alvinegro. O incidente no Morumbi mostrou um lado que Diego voltaria a lidar em outras ocasiões. Apesar de geralmente tranqüilo em campo, o meia já protagonizou diversas polêmicas, quando, por exemplo, foi acusado de chamar o meia Renato, do Corinthians, de macaco. Diego foi levado para o futebol profissional em janeiro de 2002, pelo então técnico do Peixe, Celso Roth. Estreou no torneio Rio-São Paulo e foi logo mostrando seu brilho aos 16 anos, quando começou a aparecer como grande revelação do time. Apesar do reconhecimento precoce, a vaga de titular só viria no Campeonato Brasileiro. Naquela época, apareceu também na seleção brasileira sub-17, que disputou o Sul-americano da categoria no Peru. Ganhou diversos elogios, inclusive dos argentinos, que o chamaram de Maradona. Junto com as boas atuações pelo Santos, vieram também o interesse dos clubes europeus em seu futebol. Em 2002, a Juventus, de Turim, foi o primeiro time que explicitou o desejo de ter o futebol do garoto santista. Entretanto, a diretoria do Alvinegro fez questão de manter o atleta, talvez um dos maiores acertos que poderia ter feito: o futuro mostraria isso ainda naquele ano. Escrito por £å¡§ às 15h55
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Uma outra história santista! A geração de 2002 do Santos entrou para a história do clube e do futebol brasileiro não apenas pelo futebol-arte e por ter tirado o time da fila de 18 anos sem títulos importantes, mas também por ter revelado alguns craques que prometem ser peças marcantes do futebol brasileiro nesta década. Um dos primeiros jogadores da nova geração a surgir foi o meia Diego. Se antes dele, Paulo Almeida e Elano já davam as caras no gramado da Vila, o armador foi o mais novo a se firmar no Peixe. Com apenas 16 anos, no Torneio Rio-São Paulo de 2002, ele já era mostrado como grande promessa do time. Diego Ribas da Cunha nasceu no dia 28 de fevereiro de 1985, em Ribeirão Preto. O Comercial, equipe da cidade, foi o primeiro lar do atleta no futebol. Logo aos seis anos, o futuro ídolo da massa alvinegra começava a dar os primeiros chutes. Exceção no futebol brasileiro, o atleta passou a infância em uma família bem-estruturada. Seu pai, Djair, é engenheiro industrial. As duas irmãs mais velhas cursaram faculdade. Isso ajudou o meia na sua carreira. Um amigo indicou Diego ao Santos, e o garoto de Ribeirão passou a descer para a Baixada todos os finais de semana. Um dia, quando o jogador tinha apenas 11 anos, o técnico Eduardo Jenner o aconselhou a ir morar na cidade e fez a cabeça do menino, que se mudou para a casa do treinador e, posteriormente, para o alojamento do time. Começava ali a história do fim do jejum santista, que teve seu capítulo final no Campeonato Brasileiro de 2002. Escrito por £å¡§ às 15h54
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Diego comemora volta à Vila Belmiro Santos (SP) - Depois de três rodadas (uma pela Libertadores e duas pelo Brasileiro) longe da Baixada Santista, o Santos volta à Vila Belmiro neste final de semana para encarar o Internacional, em jogo decisivo para as pretensões do clube no campeonato. Jogar novamente em casa é um dos motivos que estão deixando o camisa dez Diego otimista em um bom resultado diante dos gaúchos. 'Voltar à Vila é sempre bom, principalmente nesse momento, pois a torcida estará do nosso lado e nós temos tudo para buscar outra vitória', declarou, após o treino realizado no CT Rei Pelé. O jogador não mostrou preocupação com as mudanças drásticas pelas quais o elenco está passando e reafirmou a sua certeza na força do grupo santista. 'O trabalho do Leão foi bom enquanto durou, mas agora o comandante é o Luxemburgo. Mudaram alguns jogadores, mas continuamos com qualidade em todos os setores. O Santos continua forte', afirmou. Diego também aproveitou para elogiar Tapia, Bóvio, Flávio e Marcinho, seus novos companheiros. 'Se vieram parar o Santos, foi porque têm qualidade, e vamos dar a eles todo o apoio para que se adaptem o mais rápido possível', garantiu. Escrito por £å¡§ às 15h52
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